DANÇA/CURITIBA: Aulas semanais do SummuS

Aula no PULSÃO Desenvolvimento Pessoal
Facilitadores: Diogo Rezende e OberDan Piantino
TERÇAS das 19h às 21h
+ INFO: Aula de CONTATO CorpoMente Improvisação

Aula no GADIVA YOGA
Facilitadora: Marina Scandolara
( em recesso, retorna em breve! )
Maiores informações: CLICAR AQUI

CONTATO IMPROVISAÇÃO - É um diálogo corporal de duas ou mais pessoas por meio de vocabulário sensorial composto de toque, peso e apoios.  É a aceitação do outro e de si na construção de uma dança única no presente – composta por impermanência, inércia, momentum, desequilíbrio e o inesperado. Inclui a integração da energia (KI), buscando um nível elevado de percepção de movimentos, podendo ir do alto nível aeróbico à quietude física. Os princípios que guiam as aulas são a consciência corporal, técnicas de relaxamento, fluxo de energia e expressão livre do movimento (peso, gravidade, condução, queda, rolamento etc.). As primeiras investigações iniciaram nos EUA na década de 70, sendo associada ao movimento de contra-cultura, por ser uma dança igualitária e democrática. Mediante a sua relevância artística-cultural, muitas universidades incluíram o contato improvisação na grade curricular como parte da disciplina prática e/ou conteúdo da história da dança. Atualmente é uma prática global sem barreiras físicas e culturais, pois agrega consciência corporal e dança social.

Juliana Greca – Currículo

Juliana GrecaMestranda em Artes pela Universidade Estadual de Santa Catarina, pós-graduada no curso de Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (2013) e no curso de Especialização Fundamentos do Ensino da Arte pela Faculdade de Artes do Paraná (2003), possui graduação em Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná (2001) e é graduanda no curso de Bacharelado em Dança pela Universidade Estadual do Paraná. Atualmente é professora na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, atuando no Departamento de Extensão, Núcleo de Cultura e Comunicação como professora de Arte, Dança Contemporânea e orientadora do grupo "Links". Possui experiência na área de Dança, atuando principalmente nos seguintes temas: o espectador de dança contemporânea e ensino da dança.

IMPACTO DO AVANÇO TECNOLÓGICO NO CORPO E NA ARTE DA DANÇA

Recebi questionário da Juliana Greca referente ao impacto do avanço tecnológico no corpo e na arte da dança. O trabalho fazia parte da disciplina “Dança, Tecnologia e Comunicação” ministrada pela Profª Cristiane Wosniak na graduação em Dança da FAP. Compartilho com todos a minha reflexão sobre esses assuntos. Yiuki Doi

1) Tomando como base algumas informações apresentadas por António Damásio, é possível dizer que o ser humano conhece aquilo que é capaz de reconhecer, e para tanto, já nascemos com certo know-how oriundo dos genes. Todavia uma quantidade, bastante considerável, de situações nos escapam cotidianamente por conta de suas dinâmicas que se alteram frequentemente, causando um estado de reconstrução dos modos de se perceber ‘coisas’ em todo momento. Diante desse dado e considerando os avanços tecnológicos dos últimos anos, como você percebe o impacto da vida contemporânea sobre o corpo?

Acho que as principais mudanças decorrem do uso da internet, jogos, animação, computador, telefonia móvel e das ferramentas de comunicação como e-mail, facebook, whatsapp, youtube, sites, twiter, etc. Mudanças que têm oferecido uma virtualidade real na vida das pessoas. É real no sentido de influenciar toda a materialidade ao nosso redor. Porém, o mundo da tecnologia virtual as coisas operam de forma diferente. Sinto que muitos trazem a realidade virtual no mundo material e sentem dificuldade de confrontar com a concretude. Vejo alguns sintomas nesse aspecto, cito os quatro que é mais perceptivo:

1. Imediatismo da ação - A matéria é densa, o corpo possui massa, não podemos deslocar com a facilidade que acontece dentro de um monitor. Num imediato clique no site conseguimos obter respostas no mundo virtual, mas isso é uma solução no mundo virtual. Realizar algo na concretude requer maior tempo e dedicação.

2. Falta de persistência – Querer algo no imediatismo faz com que as pessoas não tenham persistência.

3. Multifocal – Vejo que a forma de operar as várias janelas e ferramentas no computador e nos jogos de videogames altera o modo agir com multifocos nas pessoas. Os jovens que dominam essas ferramentas fazem muitas coisas ao mesmo tempo, mas pouco profundo em cada foco. Isso não é defeito, pode ser uma qualidade em algumas circunstâncias, mas é preocupante quando se torna um padrão fixo.

4. Distanciamento com a natureza – Vejo que as pessoas perdem o contato com a natureza, elas se esquecem do tempo dela. Dentro da inteligência múltipla do Howard Gardner existe a categoria naturalística, a capacidade de compreender a organização e ciclos da natureza. O tempo virtual nos faz perder a noção de que somos sujeitos por um tempo maior do universo (a lua, estação do ano, vento sul, maré cheia, etc.). Isso cria disfunção no pensamento crítico e cria fissura no entendimento da nossa própria existência no mundo, pois somente conseguimos questionar a nossa existência se posicionamos espacialmente e temporalmente no mundo.

2) Quais seriam os rumos de uma dança que considera esses impactos?

Temos a arte digital que se abre para dialogar com a dança na atualidade. Mas, ela é uma opção a mais na criação artística como figurino, iluminação, cenário, etc. Ela é somente uma ampliação de possibilidade artística. A medida que barateia o uso dos aparelhos tecnológicos, haverá apresentações com realidade “espetacular” dos mundos digitais junto à dança. De certa maneira, todas as danças naturalmente agregarão a arte digital com o tempo. Uns mais, outros menos. A diferença é a acessibilidade dessas novas tecnologias, somente isso.

3) Quais seriam suas considerações e/ou comentários acerca do “corpo virtual”? Como você configura a materialidade desse corpo, como ele poderia ser uma ocorrência e/ou experiência física?

Não nego o corpo virtual e a realidade virtual como algo inerente a mim. Muito pelo contrário entendo que a realidade virtual é extensão do meu “espírito” e/ou meu “corpo”. Tenho dificuldade de definir e separar o que é “consciência”, “espírito”, “corpo” e “eu”. Também não consigo saber quando o sujeito termina e o mundo começa. Dessa maneira eu pergunto: É na minha superfície de pele que o “meu eu” acaba? Sinto às vezes que eu sou mundo e o mundo sou eu. Se a forma que eu vejo o mundo depende do meu óculo, já que sou míope, perder o óculo me altera fisicamente, emocionalmente e consequentemente muda a minha existência, o meu jeito de ser. Hoje, diariamente acesso computador e me relaciono na internet, são ferramentas de extensões do meu ser. Curioso pensar que a palavra "ser" define o homem, já que somos chamados de “seres” humanos. Eu acredito que sou o que organizo minhas percepções e pensamentos, os quais me fazem criar a consciência da existência minha no mundo. Tudo que auxilia a pensar e ampliar essa consciência, a qual impulsiona a mudar o mundo que vivo, se torna uma ocorrência e experiência física da minha pessoa. As experiências virtuais alteram a nossa realidade física, desde exemplo simples de vídeo-conversa com namorado que mora longe, ou quando a postagem do Facebook recebe várias curtidas. Fernando Pessoa disse “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. O que acontece na contemporaneidade é que parte da nossa alma é virtual; só é necessário compreender que ela é uma “parte” da nossa “alma”. Se aprendermos a lidar bem com a virtualidade, podemos aumentar a nossa capacidade de ser junto ao mundo.

IMPROVISO DANÇA E MÚSICA - 5 anos de resistência em Curitiba

O objetivo do Improviso Dança e Música é apresentar à comunidade curitibana proposições artísticas em diferentes modos e configurações. Isso acontece, sobretudo, proporcionando aos artistas e a comunidade em geral um ambiente de criação e investigação pela via da improvisação, integrando as diferentes Artes Perfomativas (Dança, Música, Teatro, Artes Visuais e Poesia). O Improviso Dança e Música é um ambiente coletivo que integra criação e livre expressão, agregando valores sociais, culturais e artísticos.

O projeto começou em 2010 organizado pelo UM – Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da FAP, que é coordenado pela Profª Rosemeri Rocha. Teve o apoio inicial do MON - Museu Oscar Niemeyer, sendo realizado no vão vazio do museu. Começou como uma ação esporádica, tornando-se mensal desde 2013 e acontecendo entre os meses de março a dezembro. Atualmente o projeto é organizado através da parceria do UM – Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da FAP com o SummuS Contato Improvisação.

JAM  MON 2010-06 Foto Guilherme Melnik 6

Em Maio de 2013 o projeto deixou de receber o apoio do MON, quando o Coordenador de Atividades Culturais do MON, Beto Lanza, declarou que as atividades extra culturais do vão vazio do MON precisam estar à altura das exposições que aconteciam nos pisos superiores. Na ocasião, ao invés de argumentar sobre a importância do projeto na cidade, os organizadores resolveram entrar em contato com a Fundação Cultural de Curitiba. Esta havia passado por uma mudança de gestão, após a eleição de 2012, saindo das mãos do PSDB para a coligação PDT/PT/PV – uma mudança que abriu novas diretrizes administrativas na Casa Hoffmann - Centro de Estudos do Movimento do Município. Por ser uma atividade de cultural de diversidade e gratuita, a proposta do improviso foi aceita pela FCC.

Na época discutiu-se mudar o nome do evento para "Danças de Portas Abertas", que era uma atividade de cunho parecido que acontecera na Casa Hoffmann entre 2006 e 2009. Era uma ação que integrava o “Programa Dança Cidade” elaborada por Marila Velloso em sua gestão como coordenadora de Dança na FCC. Apesar de várias ações importantes na época, o “Programa Dança Cidade” foi interrompido pela falta de apoio da gestão da FCC daquele período. Assim, com o tempo, a atividade "Danças de Portas Abertas" tinha deixado de acontecer na Casa Hoffmann. Apesar da memória histórica, na transição do local de realização do improviso, a equipe organizadora decidiu manter o nome "Improviso Dança e Música", pois a atividade no MON já era conhecida na cidade e tinha sua própria trajetória.

abertura da materia

O projeto é um ato de resistência realizado sem patrocínio. O apoio com que conta é a disponibilidade do espaço da Casa Hoffmann. A coordenadora da Casa Hoffmann, Milzi Digiovanni, e o funcionário José Barros abrem o estabelecimento no 1º domingo do mês voluntariamente, sem o que não seria possível realizar o evento.

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O “Improviso Dança e Música” é um espaço de diversidade cultural, de apreciação e experimentação artística, que fazem refletir sobre “o que é arte”, “quem realiza” e de “que maneira acontece”. Também contribui para o exercício da cidadania no ato de dialogar, compor e habitar coletivamente o espaço. São esses valores sociais, culturais e artísticos que dão significado aos cinco anos de “Improviso Dança e Música” em Curitiba.

TEXTO: Yiuki Doi | REVISÃO DE TEXTO: Marina Feldman

P.S. Buscando imagens de registro do “Dança de Portas Abertas”, encontrei o Blog do Franco Caldas Fuchs que está no ar desde 2006. São oito anos de trabalho! Além da foto, também encontrei a entrevista de 2008 com a Marila Velloso sobre a proposta “Dança de Portas Abertas”. Lendo a entrevista, realmente não há diferença entre as duas atividades. Muito bom encontrar esses documentos. Yiuki

DANÇA: Lançamento do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014 (03 de Dezembro de 2014)

FONTE: Codança / Funarte

A Fundação Nacional de Artes - Funarte e o Ministério da Cultura convidam para o lançamento do edital PRÊMIO FUNARTE DE DANÇA KLAUSS VIANNA 2014, com a presença da Ministra da Cultura, Ana Cristina Wanzeler.

Klauss Vianna 2014

POR QUE ESPAÇO DE IMPROVISO DE DANÇA NA CIDADE É IMPORTANTE?

É necessário na cidade espaços coletivos onde as pessoas possam dançar, dialogar e habitar coletivamente. O intuito de espaço público para dançar é muito mais do que um improviso, é proporcionar corpos sociais dançantes que buscam harmonia mediante a diversidade cultural. Sem esses encontros entre os vários modos de existir da dança (público, privado, modalidade, etc.) não conseguimos enxergar as necessidades das outras formas de dançar - tampouco possuir uma consciência de uma classe de dança. Essa falta de reconhecimento gera enfraquecimento das mobilizações culturais na cidade. A cultura floresce nas margens, nos encontros, no estranhamento, nos EUs que são roubados a um novo "estar-sendo" no mundo. E mesmos nos embates que possam surgir nesses encontros, possuímos a capacidade de vislumbrar algo que faz melhorar a si e o nosso entorno. Vamos participar e promover os encontros de DANÇAS nas nossas cidades.

Yiuki Doi, membro do Fórum de Dança de Curitiba e colaborador do Improviso Dança e Música em Curitiba.

 Improviso Dança e Música - Curitiba
IMPROVISO DANÇA E MÚSICA na Casa Hoffmann Centro de Estudo do Movimento de Curitiba do dia 01/09/2013 (Foto por Tiago Rickli)

IMPROVISO DANÇA E MÚSICA em Curitiba

Espaço interativo de improvisação para bailarinos, músicos, fotógrafos e comunidade em geral. Um ambiente coletivo que integra criação e livre expressão, agregando valores sociais, culturais e artísticos. O Improviso Dança e Música acontece geralmente no 1º domingo de março a dezembro na Casa Hoffmann Centro de Estudo do Movimento em Curitiba.

Realização: UM - Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da FAP e SummuS Contato Improvisação.
Apoio: Fundação Cultural de Curitiba

Improviso Dança e Música - Curitiba

IMPROVISO DANÇA E MÚSICA: É um evento que faz parte do Projeto de Extensão do UM – Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da FAP em parceria com a SummuS Contato Improvisação. O objetivo do encontro é apresentar à comunidade curitibana proposições artísticas em diferentes modos de configurações, sobretudo, proporcionar aos artistas e a comunidade em geral um ambiente de criação e investigação pela via da improvisação, nas relações entre as Artes Perfomativas (a Dança, a Música, o Teatro, as Artes Visuais e a Poesia). Dessa maneira, o Improviso Dança e Música é um ambiente coletivo que integra criação e livre expressão, agregando valores sociais, culturais e artísticos.

SERVIÇO:

  • IMPROVISO DANÇA E MÚSICA:
  • DIA: 1º Domingo do Mês (Março a Dezembro)
  • EVENTO GRATUITO
  • HORÁRIO: 14h-16h
  • LUGAR: Casa Hoffmann Centro de Estudo do Movimento (Rua Claudino dos Santos, Nº58, Largo da Ordem, Curitiba, Paraná – Brasil)
  • +INFO: tel: + 55 41 9213-7938 (Yiuki Doi) / yiuki.doi@gmail.com

Porto Alegre: Vivência em Educação Somática e Contato Improvisação - com Débora Bolsanello & André Olmos (23, 24 e 25 de Janeiro de 2014)

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COLUNA VERTEBRAL DOIS OLHARES
Vivência em Educação Somática e Contato Improvisação
com Débora Bolsanello & André Olmos

COLUNA VERTEBRAL DOIS OLHARES

Vivência em Educação Somática e Contato Improvisação

com Débora Bolsanello & André Olmos 

  • DATA: 23-24-25 janeiro 2015
  • LOCAL : Casa Cultural Tony Petzhold.
    Avenida Cristovão Colombo, 400, Bairro Floresta. Porto Alegre (RS).
  • INSCRIÇÃO: Formulário on-line
  • EVENTO NO FACEBOOK: Clicar aqui

A Educação Somática é um campo prático-teórico composto de diferentes métodos de reeducação do movimento, iniciados na Europa e nos EUA desde o final do século XIX. O Contato Improvisação é uma prática de dança surgida nos Estados Unidos criada no final da década de 60 e início de 70, organizada por Steve Paxton dentro do contexto do movimento artístico conhecido como Judson Church, conciliando sua experiência com a dança moderna – foi aluno de Merce Cunningham – com pesquisas com o Aikido. A prática Contato Improvisação acontece a partir do diálogo entre os corpos em relação e suas diversas possibilidades de movimento e improvisação.

OBJETIVOS DA VIVÊNCIA: Na vivência COLUNA VERTEBRAL DOIS OLHARES propomos uma incursão a técnicas de Educação Somática que têm por objetivo enriquecer os diferentes níveis de escuta do Contato Improvisação. Mais que um simples aquecimento, a aula de técnicas somáticas visam expandir o vocabulário gestual do participante através de exercicios de consciência corporal que despertam todas as possibilidades de movimentos simples e movimentos combinados da coluna vertebral : flexão, extensão, inclinação, rotação. Exploraremos na prática os conceitos criados por Débora Bolsanello : automicromobilizaçao, regência das cinturas escapular-pélvica e circuito do movimento. Aproveitando esta sensibilização e expansão do corpo, no contexto do Contato Improvisação, pesquisaremos com André Olmos as possibilidades da coluna enquanto ponto de contato e partida para a dança, as espirais no corpo e suas reverberações. 

INSCRIÇÃO: Formulário on-line

INFORMAÇÕES: Alexandra Castilhos – Coordenadora
e-mail: ftesdb@gmail.com
Celular 051- 93627091) 

PRÉ-REQUISITO: Os participantes da vivência devem ter experiência prévia em dança, podendo ser iniciantes, amadores ou profissionais. 

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira 23 janeiro

  • 18h às 22h : Roda de apresentação. Vídeo com Steve Paxton (Material for the Spine – Movimentos para a coluna vertebral). Dois breves exercicios Educaçao Somatica e Contato Improvisaçao. Jam de abertura

Sábado 24 janeiro

  • 13h às 15h : Aula de técnicas de Educação Somática com Débora Bolsanello
  • 15h15 : Intervalo
  • 15h15 às 17h15 : Aula de Contato Improvisação com André Olmos
  • 18h-22h : Jam

Domingo 26 janeiro

  • 13h às 15h : Aula de técnicas de Educação Somática com Débora Bolsanello
  • 15h15 : Intervalo
  • 15h15 às 17h15 : Aula de Contato Improvisação com André Olmos
  • 18h : Jam
  • 21h Encerramento : partilha final sobre a experiência.

CARGA HORÁRIA TOTAL: O certificado da carga horária total de 21 horas é concedido por correio eletrônico para as pessoas que participaram de todo o evento. 

TOTAL DE VAGAS: 30

CONTEÚDO:

  • O despertar da sensação: Débora Bolsanello propõe um investimento na sensação do toque. Com o uso de objetos auxiliares (bolas), o aluno é levado a massagear-se, relaxar tensoes musculares excessivas, mobilizar fáscias,articulaçoes e assim, reativar seu sistema proprioceptivo. Em uma aula de Educaçao Somatica, o professor nao é um modelo a ser copiado pelo aluno. Seus comandos verbais estimulam o aluno a explorar seu proprio universo corporeo.:Desta forma, investe-se na auto-pesquisa do movimento : no desenvolvimento do auto-cuidado e na autonomia dos alunos. Objetiva-se a sustentabilidade do gesto humano, ou seja, ensinar a pessoa a mover-se de maneira a diminuir seus sintomas de dor ou prevenir recaida em habitos kinestésicos que geram dor.
  • O corpo em Estado de dança: André Olmos propõe, partindo deste corpo consciente e desperto em suas sensações e autonomia, elevar o corpo a um estado de dança e pesquisar as possibilidades da coluna enquanto ponto de contato e partida para a dança, o movimento em espiral e as suas reverberações. O laboratório acontece a partir de exercícios solo e em duos que guiarão os participantes ao experimento da dança enquanto uma ferramenta integrativa. Para tanto serão investigados temas como peso e contra peso, encaixes do corpo e fluxos de energia.
  • A Jam enquanto campo prático: a Jam é um espaço livre e aberto para a prática da improvisação em dança e do Contato Improvisação. Não é necessário um guia ou facilitador. A Jam acontece com os corpos que se fazem presentem e abertos para a dança. Portanto, enquanto espaço de troca e relações a Jam se torna importante ferramenta para a experimentação e integração dos conhecimentos adquiridos durante a Vivência COLUNA VERTEBRAL DOIS OLHARES.

FACILITADORES:

  • André Olmos é formado em psicologia pela Pontificia Universidade Católica do Rio grande do Sul (PUCRS). Facilitador do programa Travessia Jaguar na UNIPAZ-Sul. Bailarino, pesquisador autônomo e professor de Contato Improvisação; promovedor e organizador de Jams e eventos relacionados ao Contato Improvisação. Entende a dança de Contato Improvisação enquanto uma prática corporal integrativa.
  • Débora Bolsanello é bacharel em antropologia pela Université de Montreal. Mestre em Dança pela Université du Québec à Montréal, pós-graduou-se em Educação Somática pela mesma universidade. É certificada professora de Autoreed.

MODOS DE PAGAMENTO: 

  • Até 30 de novembro : R$ 246,00
  • Até 15 de dezembro : R$ 296,00
  • Até 31 de dezembro : R$ 356,00
  • Até 15 de janeiro : R$ 426,00
  • Após 15 de janero: R$ 506,00
* Participantes de Santa Catarina ( que receberem indicação de Cardumes em Rede: cardumesemrede@gmail.com ) e participantes do Paraná ( que receberem indicação do Projeto Oficina: yiuki.doi@gmail.com ) terão 10% de desconto.

POLÍTICA DE DESISTÊNCIA: Para os participantes que cancelarem a sua inscrição até 30 de dezembro será devolvido 50% do valor. E após esta data não poderá ser reembolsado o valor da inscrição. A devolução do dinheiro será realizada no mesmo período que o cancelamento da inscrição foi solicitado, abrindo a vaga para outras pessoas. 

PRODUÇÃO: Alexandra Castilhos.

APOIO: Casa Cultural Tony Petzhold; Projeto Cardumes em Rede; Projeto Oficina / Summus.

Campinas Em Contato - 5, 6 e 7 de Dezembro de 2014

EVENTO NO FACEBOOK: Campinas Em Contato

Campinas em Contato 2014

Campinas em Contato 2014

Encontro com oficinas e JAMs de Contato Improvisação realizado em Barão Geraldo - Campinas. No evento estarão presentes os professores Ralf Jaroschinski, Íris Fiorelli e Ricardo Neves. Segue abaixo a nossa programação.

Sexta-feira, 5 de dezembro

  • JAM de abertura: 19h às 22h

Sábado, 6 de dezembro

  • Despertar: às 7h
  • Yoga: 8h às 9h
  • Café da manhã: 9h às 10h
  • Oficina com Ralf Jarochinsky: 10h à 13h
  • Almoço e descanso: 13h às 15h
  • Oficina com Ralf Jarochinsky: 15h às 17h
  • Roda de conversa: 17h às 18h
  • Lanche da noite: 18h às 19h
  • JAM: 19h às 22h

Domingo, 7 de dezembro

  • Despertar: às 7h
  • Café da manhã: 7h30 às 8h30
  • Oficina com Íris Fiorelli: 8h30 às 11h30
  • Almoço e descanso: 11h30 às 13h30
  • Oficina com Ricardo Neves: 13h30 às 16h30
  • Lanche e encerramento: 16h30 às 18h
  • JAM: 18h às 20h30
  • Multirão de limpeza e saída: 21h às 22h

Investimento:

  • Ideal: 280
  • Real: 250
  • Mínimo: 230

- Incluído alimentação e lugar para dormir (necessário levar coberta e roupa de cama)
- Certificado pelos professores

Facilitadores:

Inscrição:

Local:

Informações:

Colaboradores:

  • Arthur Alves
  • Yandara Pimentel
  • Projeto Oficina

FLORIANÓPOLIS: Programação do Festival Latino Americano de Práticas Corporais

Fonte: http://cardumesemrede.blogspot.com.br/2014/11/festival-latino-americano-praticas-corporais.html

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Foi lançada a programação oficial do Festival Latino Americano de Práticas Corporais, organizado pela projeto Práticas Corporais do Centro Desportos da UFSC.

Serão diversos mini-cursos, oficinas, apresentações e vídeos, entre os dias 22 a 27 de novembro. Fico contente em poder participar, facilitando um mini-curso de dança contato-improvisação no domingo, 23nov.
Muitas atividades são voltadas à dança, aproveitem!

*As inscrições para participação nas oficinas e/ou, mini-cursos serão realizadas na hora, por ordem de chegada, até esgotarem as vagas.
OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site
facebook.com/media/set/?set=a.1513922295560775.1073741830.1478671782419160&type=3

OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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Página com informações sobre o mini-curso de dança contato-improvisação:
https://www.facebook.com/events/300464270150896
Mais informações sobre o Festival Latino Americano de Práticas Corporais:
facebook.com/media/set/?set=a.1513922295560775.1073741830.1478671782419160&type=3
DÚVIDAS, SUGESTÕES, INFORMAÇÕES:
festivalpratico@gmail.com
+55 (48) 3721-4778

ESCAMBO CINÉTICO: Yiuki Doi e Ralf Jaroschisnki

FONTE/INSCRIÇÃO: Sympla O Centro Cultural Teatro Guaíra através do Balé Teatro Guaí ra, em parceria com a ABABTG, lança a terceira oficina ...