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Improviso Dança e Música na 1ª Festa da Economia Solidária (15/12/2018)

Evento da Festa| Evento do Improviso
Neste sábado, 15/12, vamos comemorar O DIA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA! `
O improviso Dança e Música está agendada às 10h da manhã ( entrada franca : )
Haverá várias atividades durante o dia: feira de alimentos orgânicos, artesanato, roupas e acessórios, roda de conversa, oficina e atrações culturais!

Vem festejar conosco <3

SummuS Contato Improvisação
Links Núcleo de Dança da UTFPR
UM – Núcleo de Pesquisa em Dança da FAP
TECSOL - Incubadora de Economia Solidária da UTFPR
Projeto Netuno

Improviso Dança e Música - Dez 2018_Economia Solidária

1ª Festa da Economia Solidária

Mais de 30 empreendimentos solidários de Curitiba e Região Metropolitana estarão presentes na 1ª Festa de Economia Solidária, que acontecerá no dia 15 de dezembro, no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicatos dos Bancários, em comemoração ao DIA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA.
O evento contará com uma feira de alimentos orgânicos, artesanato, roupas e acessórios, além de roda de conversa, oficina e atrações culturais - improvisação de dança, música e palhaços.
A ação é organizada pela Rede Mandala - Rede Paranaense de Economia Solidária Campo-Cidade e promovida pelo Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araujo - Cefuria, pela Tecsol - Incubadora de Economia Solidária da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e pela Subsecretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), do Ministério do Trabalho. O evento tem o apoio do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA.

Programação · Sábado, 15 de dezembro de 2018

09:00 - 19:00 - Feira de produtos artesanais: alimentação, artesanato, produtos agroecológicos e presentes natalinos
09:00 - 21:00 - Praça de alimentação e convivência, com produtos alimentícios e bebidas
09:00 - 19:00 - Entrega de Panetones e Cestas Natalinas encomendadas a Sinergia
09:00 - 09:30 - Abertura da Festa - Mística e apresentação da Rede Mandala
10:00 - 19:00 - Cuidados com a saúde, Reike e Terapias Naturais
10:00 - 12:00 – IMPROVISO DANÇA E MÚSICA – Summus C.I., UM – Núcleo de Dança da FAP e LINKS Núcleo de Dança UTFPR
12:30 - 14:00 - Alexandre Torrilhas - Canções Autorais. Pré-Lançamento do álbum "Interiorano Coração"
14:00 - 15:00 - Roda de Conversa sobre Economia Solidária - Caique Lima Sette Franzoloso (Trilhas Incubadora Social Marista)
14:30 - 15:30 - Apresentação dos palhaços Pituim e Mínima (Cia Mirabólica)
15:00 - 17:00 - Oficina sobre Consumo Solidário e Consciente - Tecsol - Incubadora de Economia Solidária da UTFPR (Auditório)
16:00 - 17:00 - Luis Pequeno e Edimara Taborda (voz e violão)
17:00 - 18:00 - Oficina de Compostagem
17:30 - 18:30 - Anderson Moreira (voz e violão)
18:30 - 19:00 - Clube de Troca
















Elaboração do Plano Setorial de Dança de Curitiba 2016

O Plano Setorial de Dança de Curitiba fará parte do Plano de Cultura de Curitiba, que irá prever as políticas para os próximos dez anos. A importância dele está no fato de ser uma política de Estado elaborado junto com participação civil - seguindo as próprias diretrizes do Sistema Nacional de Cultura. 

Toda pessoa que vive em Curitiba poderá contribuir para o plano, seja praticante ou não de alguma modalidade de dança, pois estamos tratando da cultura dança no sentido mais amplo - incluindo todos envolvidos na cadeia produtiva / expressiva dela.

Vamos participar da elaboração do plano através das reuniões presenciais e de contribuições on-line

Contamos com a colaboração de todos!

Setorial de Dança de Curitiba

Obs: Para maiores informações, favor consultar o blog www.setorialdanca-curitiba.blogspot.com

  DANÇA

160302_Cartaz_1º GT_Estado

VII Fórum Nacional de Coordenadores de Cursos Superiores de Dança (26, 27 e 28 de novembro de 2015)

“O Curso de Dança do Campus de Curitiba II da UNESPAR realiza o VII Fórum Nacional de Coordenadores de Cursos Superiores de Dança, nos dias 26, 27 e 28 de novembro, no Auditório Antonio Melilo (Campus de Curitiba II - FAP) e no Auditório Salvador de Ferrante (Centro Cultural Teatro Guaíra).

Com a participação confirmada de coordenadores de 17 cursos de dança, de 14 universidades de 05 Regiões do Brasil o Fórum abrangerá 12 Estados da Federação: UFRJ, UEA, UNICAMP, UFC, IFG, UERGS, UFSM, UFAL, UFPB, UFBA, UNESPAR, UFPA, UFG, UFV.

Em sua 7a Edição, serão discutidos temas importantes para a Dança e para as Artes como a Base Nacional Comum Curricular, a autonomia da Dança e das Artes na universidade e o Plano Nacional das Artes com a presença de representantes da FUNARTE e do filósofo Luis Gustavo Severiano do Instituto Scientia Poiética, de Curitiba que abre a manhã do dia 26/11 com a provocação: "A cosmética do conhecimento".

Todos estão convidados para a palestra de abertura que iniciará às 9h30 do dia 26/11, no Campus de Curitiba II, e para a as apresentações artísticas de docentes e discentes, no dia 26/11, às 19h30, no Guairinha.”

Marila Velloso

CONFERÊNCIA SETORIAL DE DANÇA DE CURITIBA (30 de Novembro de 2015)

151121_Cartaz Conferência Setorial de Dança 2015

CONFERÊNCIA SETORIAL DE DANÇA DE CURITIBA
- DATA: 30 de Novembro de 2015
- HORÁRIO: 19h às 21h (2ª feira)
- LOCAL: CASA HOFFMANN (R. Claudino dos Santos, Nº58, Largo da Ordem)


PAUTA:
• Contextualização do processo de alteração da nova minuta da Lei de Incentivo à Cultura de Curitiba e apresentação de proposta da FCC para a 5ª Conferência Municipal de Curitiba (Dez/2015).
• Eleição dos delegados e coordenadores da Setorial de Dança para a 5ª Conferência Municipal de Curitiba.
• Retorno dos membros do Colegiado sobre a Setorial Nacional (Colegiado/ CNPC)
• Agendamento da próxima reunião da Setorial de Dança de Curitiba para estudo do Plano Nacional da Dança na contribuição do Plano Municipal de Cultura.
ORGANIZAÇÃO:
• Membros do Colegiado Setorial de Dança / CNPC (2016-2017)
Loa Campos e Marcella Souza Carvalho
• Delegados Setoriais de Dança de Curitiba (2014):
Loa Campos e Yiuki Doi
APOIO:
• Cotacto Associação Cultural
• Fórum de Dança de Curitiba
• 5ª Conferência Municipal de Cultura de Curitiba
• Fundação Cultural de Curitiba


RESULTADO DA ELEIÇÃO:

Delegado Setorial de Dança de Curitiba – Governo:

  • Titular: Milzi Helena Digiovanni
  • Suplente: Rosemeri Rocha

Delegado Setorial de DAnça de Curitiba – Sociedade Civil:

  • Titulares: Marcella Souza Carvalho e Loana Alves Campos
  • Suplentes: Ernesto Yiuki Doi e Gabriela Silva Rocha D’Angelis

Coordenadores do Coordenadores do Fórum Setorial de Dança – Governo:

  • Titulares: Milzi Helena Digiovanni e Rosemeri Rocha

Coordenadores do Coordenadores do Fórum Setorial de Dança – Soc. Civil:

  • Titulares: Marcella Souza Carvalho, Loana Alves Campos, Ernesto Yiuki Doi e Lívea Castro Calvo
  • Suplentes: Oberdan Porto Leal Piantino, Mariah Spagnolo, Diviane Helena de Oliveira e Giovanna de Oliveira França.

Os delegados eleitos vão representar a dança e terão direitos ao voto na Conferência Municipal de Cultura de Curitiba 2015 que aconterá no dia 18 a 20 de Dezembro de 2015.

Setorial de Dança de Curitiba é um órgão integrante do SMC - Sistema Municipal de Cultura de Curitiba. Seus coordenadores são eleitos na Conferência Setorial de Dança que antecede a Conferência Municipal de Cultura. Os coordenadores terão mandato de dois anos articulando as necessidades da classe da dança junto ao Conselho Municipal de Cultura e a Fundação Cultural de Curitiba.

CURITIBA: Convocatória Audiência Pública - Fóruns Setoriais | Circo / Dança (7 de outubro de 2015)

O Conselho Municipal de Cultura, através da Assessoria de Políticas Culturais, convoca todos os integrantes dos Fóruns Setoriais para participarem da Audiência Pública sobre a Minuta da Nova Lei de Incentivo.

  • Dia/Horário: 7 de outubro (quarta-feira), às 19h
  • Local: Casa Hoffmann (Largo da Ordem)

Estão à disposição no site da FCC a minuta original, as devolutivas da 1.ª fase e as sugestões de alteração recebidas para que possam ser apreciadas >  http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/leideincentivo/consulta_fase2 que ficará disponível para participação popular até o dia 12 de outubro.

Sugerimos que se reúnam com seus pares antecipadamente e registrem suas sugestões no site (link acima) ou tragam no dia por escrito ou em arquivo word (pen drive) para que possam ser inseridas no Processo e sendo assim, solicitamos que cheguem uns 15 minutos antes para organizarmos os arquivos no notebook, antes de iniciar a Audiência.

Favor confirmar recebimento deste.

Obrigada !

Att,

Luciene Regina
Assessoria de Políticas Culturais

CURITIBA: Teatro Noh e Kyogen, entre 01 e 09 de outubro

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Como parte das comemorações dos 120 anos de amizade Brasil - Japão, a Comissão Organizadora Nikkei do Paraná em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e  com apoio da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e da Universidade Estadual de Londrina (UEL), realizam o evento Teatro Noh e Kyogen, entre 01 e 09 de outubro, em Curitiba. Na programação constam espetáculo, palestras, curso,  exposição e workshop:

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Curso Gratuito para Introdução ao Noh

Noh - Tradição e Atualidade do Teatro Japonês

01 e 02/10/15 - 19h às 22h

Local: Solar do Rosário - Rua Duque de Caxias, 04 Centro

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Workshop - Noh e Kyogen sob a orientação dos Mestres da Escola Kanze

08 e 09/10 /15- 20h30

Local: Teatro Guairinha
 
______________________

Espetáculo Teatro Noh e Kyogen

08 e 09/10 /15- 20h30

Teatro Guairinha

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Palestras Gratuitas em Parceria com a UFPR

Local: Reitoria UFPR - Rua General Carneiro, 460

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Palestra de Abertura: Leituras do Corpo no Japão

Profª. Drª. Christine Greiner (PUC – São Paulo)

06/10/15 - 19h00 às 20h30

Anfiteatro 100 do edifício D. Pedro I

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Palestra: O Noh e o Zen Budismo no Contexto Histórico Japonês

Profª. Drª. Luci Collin (UFPR)

06/10/15 - 20h30 às 22h00

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Palestra: W. B. Yeats e o Teatro Noh

Profª. Drª. Munira Mutran (Cátedra de Estudos Irlandeses)

07/10/15 – 9h às 10h30

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Palestra: Brecht e o Teatro Noh

Prof. Dr. Klaus Eggensperger (UFPR) e Profª. Drª. Marcia Namekata (UFPR)

07/10/15 – 10h30 às 12h

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Exposição de Máscaras do Teatro Noh e Exibição de Video

A partir de 17/09/15

Local: Clube Curitibano - Hall da Biblioteca
 
______________________

Para mais informações e inscrições, acesse a página do evento:

http://www.teatronoh.com.br/programacao.html

RESPOSTA ABERTA a FCC sobre a CONSULTA PÚBLICA da minuta da nova LEI DE INCENTIVO À CULTURA DE CURITIBA (por Yiuki Doi - Membro do Fórum de Dança de Curitiba)

Maiores informações sobre a consulta pública: clicar aqui.

A constituição brasileira de 1988 garante os direitos culturais. Entre eles, o direito à participação na vida cultural, que compreende:

  • Direito a Livre Criação;
  • Direito ao Livre Acesso;
  • Direito à Livre Difusão;
  • Direito à Livre Participação nas decisões de política cultural.

Essa minuta da lei de incentivo cultural vai de CONTRA AOS DIREITOS CULTURAIS quando:

  1. NÃO GARANTE O FORTALECIMENTO DO FUNDO - Os resultados do Mecenato (editais por renúncia fiscal) são tabulados por várias estatísticas e estudos que colocam a decisão do fomento cultural nos poderes das empresas privadas e que restringem a diversidade cultural inibindo a participação ampla dos cidadãos brasileiros. Se o mecenato, que alimenta um grupo restrito de agentes culturais, continuará em Curitiba por questão burocrática e falta de coragem da administração pública em buscar novas soluções que, ao menos, a Fundação Cultural se responsabilize em criar um mecanismo que destine os recursos da renúncia fiscal para o Fundo Municipal (eliminando os captadores e o poder de decisão das empresas privadas nas escolhas dos projetos a serem incentivados). Precisamos lembrar que estamos tratando de POLÍTICA PUBLICA DE CULTURA, e não de MARKETING EMPRESARIAL que utiliza dos recursos públicos aos seus interesses empresariais.

  1. CRIA A OBRIGAÇÃO DO USO DO CNPJ PARA PARTICIPAR DO MECENATO.  (Como o município que assina o Acordo de Cooperação Federativa para o Desenvolvimento do SNC e propõem uma contradição desta?). Perante o DIREITO CULTURAL nenhum cidadão tem a OBRIGATORIEDADE de possuir CNPJ para participar do EDITAL DE MECENATO. Isso FERE A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, não é à toa que os editais da Funarte permitem a participação de pessoa física e de jurídica.

Na consulta pública presencial junto ao Conselho Municipal da Cultura sobre a nova lei de incentivo à cultura que aconteceu na semana passada, dia 01 de Setembro de 2015, na UPE, foi unânime a opinião pública de que decisões importantes que se referem uma lei de incentivo à cultura precisam ser amplamente discutidas e dialogadas entre o poder público e a comunidade com mais tempo.  Diante a esta situação, acredito que a discussão sobre a nova lei de incentivo à cultura deveria ser realizada na CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA CULTURA DE CURITIBA com ampla participação civil - conforme o DIREITO À LIVRE PARTICIPAÇÃO NAS DECISÕES POLÍTICA CULTURAL assegurada pela CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.

O presidente da FCC, Marcos Cordiolli, alegou que na próxima Conferência Municipal de 2016 discutirá sobre os planos municipais de cultura (Por que não se faz uma extraordinária esse ano de 2015?). Nessa circunstância, eu questiono como se cria e enrijece uma lei de incentivo à cultura, sem ampla discussão com a comunidade, se ainda não há levantamento se quer das necessidades culturais do município (incluindo o PLANO DE CULTURA). Para que serve essa nova lei? No mínimo, o PLANO e a LEI DE INCENTIVO deverão ser DISCUTIDOS e LEGALIZADOS PARALELAMENTE – isso é uma lógica de implantação de um SNC.  

Parece haver um receio da FCC, e de certos produtores culturais de Curitiba, em discutir sobre a LEI DE INCENTIVO À CULTURA na Conferência Municipal. Na Conferência Municipal Extraordinária de Curitiba de 2014 foi notória que a voz da comunidade é levada em conta nas decisões culturais do município nas conferências de cultura (devido à pressão pública da plenária).  Se analisarmos a minuta da lei de cultura elaborada na Conferência Municipal 2014, ela é inclusive mais democrática do que a lei proposta na Guia de Orientações para a implementação do SNC do MinC. Porém, esses princípios da lei da cultura aprovada na conferência de cultura de 2014 não aparecem na minuta da lei de incentivo à cultura que está em consulta atualmente. MUITO PELO CONTRÁRIO, ESSA MINUTA DA LEI DE INCENTIVO À CULTURA É UM RETROCESSO E IGNORA AS DECISÕES TOMADAS NAS CONFERÊNCIAS PASSADAS.

A FCC preferiu fazer consulta com grupos isolados sobre essa lei, utiliza uma consulta pública on-line que não é transparente e ignora os debates e diálogos com a comunidade (a consulta via formulário on-line é UNILATERAL, não é um DIÁLOGO, quanto mais um DEBATE) e fez uma consulta pública presencial junto ao Conselho Municipal de Cultura que foi POUCO DIVULGADA. Tudo isso, pois tem medo da Conferência Municipal onde precisaria posicionar, explicar, debater perante a comunidade e os DELEGADOS eleitos pelos FÓRUNS SETORIAIS sobre essa proposta da lei de incentivo à cultura.

Entristece-me que as leis no Brasil são feitas para defender os interesses dos poucos – chego a essa conclusão acompanhando, desde 2009, o processo de implementação do SNC na cidade de Curitiba e no Governo do Estado do Paraná. Essa minuta de lei de incentivo do município, que está em consulta, é um exemplo da falta compreensão da democracia e do absurdo da política cultural que está acontecendo na capital paranaense.

Curitiba, 10 de Setembro de 2015

Yiuki Doi, membro do Fórum de Dança de Curitiba

CURITIBA: Diálogos sobre Sustentabilidade em Dança com Yiuki Doi (19 de Junho de 2015)

Amanhã, 19/06, na Cesta de Dança​ estarei propondo um DIÁLOGOS SOBRE SUSTENTABILIDADE EM DANÇA ;) Vamos buscar novas perspectivas na dança? Abraços. Yiuki Doi

cesta de dança Yiuki Doi

DIÁLOGOS SOBRE SUSTENTABILIDADE EM DANÇA

• O que é ser artista independente?
• O que é ofertar aula de dança contemporânea em Curitiba?
• O que é fazer parte de um coletivo, companhia ou núcleo de dança?
• Como se realiza a manutenção corporal dos artistas da dança em Curitiba?

Espaço para buscar novas perspectivas de sustentabilidade na dança

YIUKI DOI - Bailarino da desCompanhia de dança (2005-), professor e propositor do projeto SummuS Contato Improvisação (2010-), produtor e designer do Projeto Oficina Curitiba (2011-) e integrante do Fórum de dança de Curitiba (2010-). Foi membro do Conselho Municipal da Cultura de Curitiba (2010-2012), delegado da cultura na Conferência de Cultura da Macrorregião de Curitiba 2012 e delegado setorial da dança na Conferência Extraordinária da Cultura de Curitiba 2014. Formado em Desenho Industrial Programação Visual pela UFPR também é sócio administrativo da Star T Design (2007-).

SERVIÇO:
Diálogos sobre Sustentabilidade em Dança
• Convidados: VOCÊS + YIUKI DOI
• Data: 19 de Junho de 2015
• Horário: 20h-22h | ENTRADA FRANCA
• Local: Vila Arte Produções Artísticas
• R. Saldanha Marinho, 76 Sala 03, Centro, Curitiba-PR
• Informações: cestadedanca@gmail.com

ORGANIZAÇÃO: Cesta de Dança

APOIO: Vila Arte Produções Artísticas

CURITIBA: DANÇAS PERFORMATIVAS – 3 de maio de 2015

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DANÇAS PERFORMATIVAS – 3 de maio de 2015

Danças Performativas é uma proposta do Projeto de Extensão UM - Núcleo de pesquisa artística em dança da FAP, tendo como objetivos:

  • Apresentar à comunidade curitibana proposições artísticas em diferentes modos de configuração.
  • Promover encontros entre artistas da cidade e visitantes com o objetivo de aproximar a dança dos espaços públicos direcionados à arte.

Lançada no ano de 2010, no Museu Oscar Niemeyer (MON), atualmente conta com o apoio da Casa Hoffmann e ocorre bimestralmente, antecedendo o evento Improviso Dança e Música.

PROGRAMAÇÃO

  • 11:00 – Danças Performativas
  • 12:00 às 13:30 – Improviso Dança e Música

PROPOSIÇÕES ARTÍSTICAS
Curadoria: Rosemeri Rocha

// BUSCA
Performer: Leonardo Taques
Resultado de um curso/residência para criadores-interpretes em dança contemporânea de caráter investigativo.
Vem da inquietação com as relações criadas com o outro, sujeitos e mundo que interagem entre si provocando inúmeras possibilidades e sensações.
(Duração: de 15 a 20 min.)

// BIMOBABA
Performer: Bia Figueiredo
O rio corre entre / grampos na boca / uma situação de dança / sensação, pele pelo baba / busco ativar a percepção e desfrutar de uma viagem composicional / como?
(Duração: 20 min.)

IMPROVISO DANÇA E MÚSICA
Prática aberta à comunidade em geral, onde os próprios participantes constroem as possibilidades expressivas e seus limites corporais.
Dessa forma, além de integrarem um ambiente coletivo de criação e livre expressão, também exercitam sua cidadania no ato de dialogar, compor e habitar coletivamente o espaço.


SERVIÇO

DANÇAS PERFORMATIVAS
HORÁRIO: 11:00 às 12:00
* EVENTO GRATUITO

IMPROVISO DANÇA E MÚSICA
HORÁRIO: 12:00 às 13:30
* EVENTO GRATUITO

DATA: 3 de maio de 2015

LOCAL: Casa Hoffmann - Centro do Estudo do Movimento
Rua Doutor Claudino dos Santos, 58. Largo da Ordem. Curitiba / PR.

REALIZAÇÃO: Projeto de Extensão: UM – Núcleo de pesquisa artística em dança da UNESPAR/FAP

APOIO: SummuS C.I. / Casa Hoffmann / Cardumes em Rede

CONTATO: (41) 88471256


Improviso Dança e Música retorna atividades na Casa Hoffmann

JAM 150301 Hoffmann

Prova de que é possível conquistar sustentabilidade cultural mesmo sem patrocínio, o Improviso Dança e Música tem reunido, a mais de cinco anos, pessoas da comunidade em geral com diversos artistas a fim de realizar sessões de improvisação coletiva (também chamadas jam sessions).

Nesses encontros, mesmo os que experimentam pela primeira vez, descobrem que se trata de uma prática onde os próprios participantes constroem as possibilidades expressivas e seus limites corporais. Dessa forma, além de integrarem um ambiente coletivo de criação e livre expressão, também exercitam sua cidadania no ato de dialogar, compor e habitar coletivamente o espaço.

Imbuído de valores sociais, culturais e artísticos, o Improviso Dança e Música é um processo constante de articulação entre o projeto de extensão UM – Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da FAP – em parceria com um projeto proposto por artistas curtibanos, o SummuS Contato Improvisação.

Aberto à comunidade em geral de forma gratuita, acontece de março a dezembro no 1º domingo de cada mês, na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento – com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba. A programação de início das atividades em 2015 contará também com uma aula aberta de dança contato improvisação (C.I.) que possibilitará maior entrosamento entre os participantes.

Redação: SummuS C.I. & Cardumes em Rede

SERVIÇO:

IMPROVISO DANÇA E MÚSICA
DIA: 1º de Março de 2015 (domingo)
Horário: 11h30 às 13h30
EVENTO GRATUITO

AULÃO DE CONTATO IMPROVISAÇÃO
Dia: 1º de Março de 2015 (domingo)
Horário: 10h às 11h30
EVENTO GRATUITO

LOCAL: Casa Hoffmann Centro de Estudo do Movimento
Rua Claudino dos Santos, Nº58, Largo da Ordem, Curitiba, Paraná – Brasil

+INFO: summus.ci@gmail.com

OFICINA FOLIA, com as Filhas da Fruta (11, 12 e 13 de Fevereiro de 2015)

FILHAS DA FRUTA convidam para …
(tcham tcham tcham)

OFICINA-FOLIA: DEBAIXO DESSA CASCA TODO MUNDO É FRUTA!
11, 12 e 13 de fev, das 19:00 às 22:00 hrs
no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta
público: maiores de 14 anos
vagas:20

Divulgação nas duas imagens em anexo ;)

Abaixo seguem mais informações.

A PROPOSTA
A oficina é uma proposta das artistas Camila Jorge e Má Ribeiro inspirada no trabalho do grupo Filhas da Fruta, do qual fazem parte. Vamos foliar com a mistura das diferentes linguagens artísticas (teatro, dança e música). A dinâmica dos encontros também será a própria brincadeira que acontece na relação entre a proposição feita pelas ministrantes e a realização destas e de outras possíveis propostas pelo grupo de participantes.

Algumas pulgas ou questões-temas:

  • "multilinguagens" - dança, música, teatro, palhaço e outras coisas que ainda não tem nome.
  • o que eu sei e o que eu não sei fazer;
  • o que quero? o que gosto? o que necessito/necessitam?
  • protagonismo e não-protagonismo
  • relações entre eu e o(s) outro(s) e o espaço; o jogo?

FILHAS DA FRUTA E AS MINISTRANTES
O grupo Filhas da Fruta é formado pelas artistas Ailime Huckembeck, Camila Jorge e Má Ribeiro, e conta com a participação da artista visual Lídia Ueta. Na fronteira entre as linguagens artísticas (teatro, dança e improviso) o grupo propõe ações e manifestações com dinâmicas de improviso, elemento de constante investigação. Atua em espaços públicos, com o desejo de experenciar o “estar com” o lugar, bem como a construção de subjetividades e afetos com as pessoas que ali estão, mesmo que de passagem. O interesse das Filhas da Fruta é a construção de relações dialógicas com o entorno e com as pessoas, que são co-criadoras de ações poéticas com o grupo.

Camila Jorge é graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas (FAP) e Geografia (UFPR). Fez diversos cursos livres na área de teatro, dança e música. Ministra aulas e oficinas desde 2005 e desde 2007 atua profissionalmente como palhaça, atriz-pesquisadora e coordenadora de projetos. Atualmente integra o grupo Filhas da Fruta e a Trupe da Saúde; é atriz parceira da Companhia do Ator Cômico; e desenvolve pesquisa solo na área de corpo e movimento, em espaços privados e públicos.

Má Ribeiro é atriz, palhaça e musicista, graduada em Artes Cênicas (FAP). É integrante do grupo Filhas da Fruta, do projeto Trupe da Saúde (grupo de palhaços que visita hospitais em Curitiba), da Cia de Bife Seco e do grupo Siricutico. Em sua formação participou de workshops com: Sue Morrison, Mauro Zanatta, Philippe Gaulier, Andrei Moscheto, Ésio Magalhães e por aí vai, pesquisando sempre a fronteira e não fronteira entre as linguagens. Participou de diversos espetáculos e produções.

PARA COMPARTILHAR, reflexões frutíferas dessa semana pré-oficina...

"Quando se trabalha tudo junto, se exige mais? Tudo junto é ter uma certa liberdade, isso é, sem medo de se meter a dançar, tocar, cantar ou aquela linguagem que ainda não tem nome.Como parar de fingir as sensações, como saber, sentir mesmo, de verdade, que não estou fingindo o que gostaria de sentir, pesquisar, trabalhar. Sem justificativas.

É mais sobre realmente ser aqui. A coisa começa sempre e não pára"

"Desconfio que arte pode ser "a outra"; outra coisa que não apenas a técnica ou o domínio e execução rígida de um saber.

É possível aprender sem saber o que tenho que aprender? Sem a professora (externa-interna) que me diz o que tenho que aprender?

É sutil. Posso ficar com o que não sei.

Tem me encantando a possibilidade de abrir espaço em saberes que pareciam "essenciais". Mesmo quando reclamo e sinto a falta deles.

E então parece que o que tenho aprendido com a arte é a experimentação, a investigação contínua em ato. No corpo a corpo. 

Muito mais do que me apegar a uma técnica para justificar ou exigir algo, traçar uma direção".

(...)

OFICINA FOLIA

TU TU TU

IMPROVISO DANÇA E MÚSICA - 5 anos de resistência em Curitiba

O objetivo do Improviso Dança e Música é apresentar à comunidade curitibana proposições artísticas em diferentes modos e configurações. Isso acontece, sobretudo, proporcionando aos artistas e a comunidade em geral um ambiente de criação e investigação pela via da improvisação, integrando as diferentes Artes Perfomativas (Dança, Música, Teatro, Artes Visuais e Poesia). O Improviso Dança e Música é um ambiente coletivo que integra criação e livre expressão, agregando valores sociais, culturais e artísticos.

O projeto começou em 2010 organizado pelo UM – Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da FAP, que é coordenado pela Profª Rosemeri Rocha. Teve o apoio inicial do MON - Museu Oscar Niemeyer, sendo realizado no vão vazio do museu. Começou como uma ação esporádica, tornando-se mensal desde 2013 e acontecendo entre os meses de março a dezembro. Atualmente o projeto é organizado através da parceria do UM – Núcleo de Pesquisa Artística em Dança da FAP com o SummuS Contato Improvisação.

JAM  MON 2010-06 Foto Guilherme Melnik 6

Em Maio de 2013 o projeto deixou de receber o apoio do MON, quando o Coordenador de Atividades Culturais do MON, Beto Lanza, declarou que as atividades extra culturais do vão vazio do MON precisam estar à altura das exposições que aconteciam nos pisos superiores. Na ocasião, ao invés de argumentar sobre a importância do projeto na cidade, os organizadores resolveram entrar em contato com a Fundação Cultural de Curitiba. Esta havia passado por uma mudança de gestão, após a eleição de 2012, saindo das mãos do PSDB para a coligação PDT/PT/PV – uma mudança que abriu novas diretrizes administrativas na Casa Hoffmann - Centro de Estudos do Movimento do Município. Por ser uma atividade de cultural de diversidade e gratuita, a proposta do improviso foi aceita pela FCC.

Na época discutiu-se mudar o nome do evento para "Danças de Portas Abertas", que era uma atividade de cunho parecido que acontecera na Casa Hoffmann entre 2006 e 2009. Era uma ação que integrava o “Programa Dança Cidade” elaborada por Marila Velloso em sua gestão como coordenadora de Dança na FCC. Apesar de várias ações importantes na época, o “Programa Dança Cidade” foi interrompido pela falta de apoio da gestão da FCC daquele período. Assim, com o tempo, a atividade "Danças de Portas Abertas" tinha deixado de acontecer na Casa Hoffmann. Apesar da memória histórica, na transição do local de realização do improviso, a equipe organizadora decidiu manter o nome "Improviso Dança e Música", pois a atividade no MON já era conhecida na cidade e tinha sua própria trajetória.

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O projeto é um ato de resistência realizado sem patrocínio. O apoio com que conta é a disponibilidade do espaço da Casa Hoffmann. A coordenadora da Casa Hoffmann, Milzi Digiovanni, e o funcionário José Barros abrem o estabelecimento no 1º domingo do mês voluntariamente, sem o que não seria possível realizar o evento.

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O “Improviso Dança e Música” é um espaço de diversidade cultural, de apreciação e experimentação artística, que fazem refletir sobre “o que é arte”, “quem realiza” e de “que maneira acontece”. Também contribui para o exercício da cidadania no ato de dialogar, compor e habitar coletivamente o espaço. São esses valores sociais, culturais e artísticos que dão significado aos cinco anos de “Improviso Dança e Música” em Curitiba.

TEXTO: Yiuki Doi | REVISÃO DE TEXTO: Marina Feldman

P.S. Buscando imagens de registro do “Dança de Portas Abertas”, encontrei o Blog do Franco Caldas Fuchs que está no ar desde 2006. São oito anos de trabalho! Além da foto, também encontrei a entrevista de 2008 com a Marila Velloso sobre a proposta “Dança de Portas Abertas”. Lendo a entrevista, realmente não há diferença entre as duas atividades. Muito bom encontrar esses documentos. Yiuki

FLORIANÓPOLIS: Programação do Festival Latino Americano de Práticas Corporais

Fonte: http://cardumesemrede.blogspot.com.br/2014/11/festival-latino-americano-praticas-corporais.html

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Foi lançada a programação oficial do Festival Latino Americano de Práticas Corporais, organizado pela projeto Práticas Corporais do Centro Desportos da UFSC.

Serão diversos mini-cursos, oficinas, apresentações e vídeos, entre os dias 22 a 27 de novembro. Fico contente em poder participar, facilitando um mini-curso de dança contato-improvisação no domingo, 23nov.
Muitas atividades são voltadas à dança, aproveitem!

*As inscrições para participação nas oficinas e/ou, mini-cursos serão realizadas na hora, por ordem de chegada, até esgotarem as vagas.
OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site
facebook.com/media/set/?set=a.1513922295560775.1073741830.1478671782419160&type=3

OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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OBS.: programação sujeita à alterações, confira no site

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Página com informações sobre o mini-curso de dança contato-improvisação:
https://www.facebook.com/events/300464270150896
Mais informações sobre o Festival Latino Americano de Práticas Corporais:
facebook.com/media/set/?set=a.1513922295560775.1073741830.1478671782419160&type=3
DÚVIDAS, SUGESTÕES, INFORMAÇÕES:
festivalpratico@gmail.com
+55 (48) 3721-4778

Convite: "Com-posições”: oficinas, mostras de processos em dança e bate-papo com artistas convidados (18 e 19 de Novembro de 2014)

Fonte: Divulgação via e-mail

"Com- Posições"- uma programação que integra oficinas, mostras de processos em dança e bate-papo com artistas convidados. Confira a programação e compareça ;)

Renata Roel

Com-posições

​*Sobre o Projeto:

O projeto de extensão intitulado Composições caracteriza-se como um grupo de estudos de caráter teórico-prático, onde o enfoque está no tema da Composição em Dança.

Ficha Técnica:

Proponencia e coordenação do projeto: Renata Roel
Coordenação geral do evento: Raquel Bombieri
Integrantes e idealizadores: Adriana Omoto, Bruno Oliveira, Bia Figueiredo, Gabriela D’Angelis, Kusum Veronika Toledo, Lívea Castro, Mariah Spagnolo, Mariana Poltronieri, Moira Albuquerque, Priscila Pontes, Queila Bortoli, Raquel Bombieri, Renata Roel, Thaisa Marques, Victor Hugo
Assessoria de imprensa: Victor Hugo
Parceria: Espaço La Bamba (Cândida Monte e Well Guitti)
Designer gráfico: Ulisses Candal
Desenho da arte gráfica: Gabriela D’Angelis

Esperamos você!

Abraços!

Renata Roel

ELEIÇÃO DE NEOLIBERAL É RETROCESSO PARA O MUNDO

“Neoliberalismo é o oposto da democracia”, diz estudioso francês

Dominique Plihon, professor da Universidade Paris 13, em entrevista exclusiva ao Brasil Debate: “Se um candidato neoliberal ganha no Brasil, certamente ficarei triste pelos brasileiros, mas também triste pela ordem internacional. Precisamos de líderes que saibam resistir às grandes potências, ao setor financeiro, e não que sejam seus aliados”

dominique

O francês Dominique Plihon é um dos principais estudiosos, no mundo, do que se denomina “capitalismo com dominância financeira” e de seus efeitos sobre a sociedade.

Professor emérito da Universidade Paris 13 (Université Sorbonne Paris Cité), ele tem longa experiência profissional no Banque de France e é atualmente porta-voz do ATTAC – associação que defende a taxação das transações financeiras internacionais.

Na semana passada, esteve no Brasil para uma curta temporada de palestras e aulas no Instituto de Economia da Unicamp, e conversou com o Brasil Debate.

As reflexões de Plihon sobre as ideias econômicas, seus porta-vozes e interesses, e mesmo o seu poder de pressão por meio do controle dos veículos de comunicação são um necessário contraponto à visão quase única que domina a discussão econômica no Brasil.

Indo além, põe o dedo na ferida de uma questão muito explícita em alguns personagens do debate eleitoral brasileiro: o conflito de interesses entre representantes do setor financeiro privado e suas prioridades para as políticas públicas.

Por fim, considera um enorme retrocesso, não só para o Brasil, a eleição de um candidato de perfil neoliberal neste segundo turno das eleições.

Confira os principais trechos da entrevista realizada e traduzida do francês por Bruno De Conti e Pedro Rossi.

Brasil Debate: Como você enxerga a relação do neoliberalismo com a democracia?

Dominique Plihon: Aqui há um paradoxo. Os neoliberais nos fazem acreditar que a liberdade concedida a todos os atores econômicos faz prosperar a democracia e que o mercado é favorável à democracia. Como se democracia e livre mercado caminhassem juntos.

Essa visão é completamente equivocada. Se deixamos o neoliberalismo funcionar, isso se traduz no surgimento de atores sociais – grupos industriais, bancários – que dominam não somente a economia, mas também a sociedade. Esses atores investem na mídia para difundir análises que condicionam a opinião dos cidadãos e isso funciona como uma forma de dominação ideológica. Aqueles que divergem do pensamento dominante são considerados heréticos, arcaicos, gente que não é séria.

Portanto, o paradoxo é que, ao reduzir o Estado sob o pretexto de dar mais liberdade às pessoas, dá-se poder a alguns atores sociais, concentra-se a renda e cria-se um pensamento único. Eu vou ao limite de dizer que aqueles que defendem o neoliberalismo são por uma sociedade totalitária. Neoliberalismo é o oposto da democracia.

BD: O discurso neoliberal é compatível com a construção de um Estado de Bem-Estar Social, que garanta serviços sociais públicos e universais?

DP: Para o neoliberalismo, o Estado Social é visto como um inimigo, como um concorrente, o que é de certa forma verdade porque, a partir do momento em que o Estado Social se desenvolve, é uma parte do setor econômico que escapa do setor privado, dos investidores internacionais etc.  Eles querem controlar as escolas, controlar os hospitais, controlar as estradas, para obter lucros. É por isso que eles defendem a privatização, sob o pretexto de que o setor privado seria mais eficiente, mas a finalidade é o lucro.

O que devemos defender, enquanto economistas progressistas, é que o setor público é claramente mais eficaz do que o setor privado no que se refere à oferta de bens sociais, ao contrário do que dizem os neoliberais. Essa é uma briga ideológica importante. Eles dizem que se o Estado Social diminuir, todos vão ganhar, vão pagar menos imposto, a economia ficará melhor, os hospitais, as escolas e universidades serão melhores, o que é completamente falso.

Se pegarmos a saúde, por exemplo, o sistema mais eficaz, menos custoso e que traz mais bem-estar para população é o público e não o privado. O sistema de saúde americano, que é praticamente todo privado, é muito mais custoso do que o francês, que é principalmente público. Mas esse discurso não é ouvido pela mídia controlada pelos grandes grupos privados.

BD: Nessas eleições brasileiras, formou-se uma convenção na bolsa de valores segundo a qual o bom desempenho da presidenta Dilma nas pesquisas conduz a uma queda nos preços das ações. Como você vê o significado político dessa convenção?

DP: Keynes é quem primeiro explorou essa noção de convenção no mercado financeiro. A convenção é uma representação da realidade que corresponde muitas vezes aos desejos do mercado. Quando vemos nas eleições que a bolsa sobe quando o candidato Aécio Neves aparece com mais chances, isso significa a expectativa do mercado de que esse candidato tomará medidas mais favoráveis a ele.

O que é perigoso, pois significa que um candidato que queira fazer uma política de enfrentamento aos interesses e privilégios do mercado terá a bolsa contra ele. E isso toma uma proporção maior porque a mídia e as elites passam a mensagem de que a opinião “correta” é aquela do mercado e não aquela das pessoas que trabalham, que produzem, que consomem. Isso é, evidentemente, contrário à democracia.

E o que é interessante é que Keynes mostrou a existência de componentes irracionais na formação dessas convenções. As pessoas se comportam de maneira mimética; de uma hora para a outra passam a agir todas da mesma forma, com base em uma determinada ideia. Essas convenções são frágeis, às vezes irracionais e desprovidas de uma reflexão séria e, mais do que isso, podem ser manipuladas, o que quer dizer que alguns agentes podem forjar opiniões e condicionar a psicologia dos mercados para fazer valer seus interesses.

BD: Nos debates públicos, você tem chamado atenção para o conflito de interesses que envolve a profissão dos economistas. Qual é a importância desse tema?

DP: Na sociedade, há dois tipos de economistas. A primeira categoria é composta por economistas independentes ou com vínculos explícitos com alguma instituição, como um sindicato, ou um banco. Quando ouvimos um economista de um sindicato, sabemos que ele está defendendo os interesses do sindicato, isso é normal e transparente.

A segunda categoria são os economistas que são pagos pelo sistema – recebem recursos de empresas, bancos, partidos – mas não se identificam. Eles geralmente defendem os interesses das classes dominantes e por isso são figuras muito presentes na mídia, dominada por essas classes. Eles são os cães de guarda do sistema.

O que estamos propondo na Europa é algo parecido com que está sendo discutido nos EUA por Gerard Epstein: que haja regras precisas obrigando os economistas a publicarem o nome da entidade de quem recebem financiamentos, assim, quando eles falam na mídia, saberemos se estão defendendo o interesse de alguma empresa, banco, sindicato. Cada um fala o que quer, desde que seja transparente e não seja hipócrita.

BD: E no caso de economistas de mercado que ocupam funções públicas?

DP: Se há um candidato, como Aécio Neves, que anuncia um ministro que é um banqueiro, há um risco de conflito de interesse. Nesse caso, talvez seja o caso de declarar publicamente e, eventualmente, desnudar esta pessoa e os interesses que representa, já que tem muitos laços com o setor financeiro.

Na França, temos esse problema com os altos funcionários, por exemplo, da supervisão bancária, que após seu período no governo vão trabalhar nos bancos. O problema é que essas pessoas não ousam tomar medidas duras, sanções, contra os seus futuros (ou ex) colegas. Nesse caso, deve-se proibir a pessoa de trabalhar no setor que ela supervisionou durante três ou quatro anos, porque há conflitos de interesse.

Esse é o chamado fenômeno das “portas giratórias”, quando um economista vai para a administração publica, depois volta para o setor privado como um homem de negócio, e de novo para administração pública. Isso é muito perverso e antidemocrático.

BD: Como intelectual de esquerda e observador externo como você enxerga a disputa eleitoral em curso no Brasil?

DP: Primeiramente, vejo com bastante interesse porque o Brasil é um país muito importante, e a política que é definida aqui tem impacto sobre a América Latina e também sobre a construção da ordem mundial. Penso que os dirigentes europeus atuais são uma catástrofe para a ordem econômica mundial. Eles são fascinados pela ideologia neoliberal, pela competição, e não pela cooperação, pela solidariedade entre os países etc. Eles têm valores que certamente não são os meus, e que são extremamente perigosos.

Se um candidato neoliberal ganha no Brasil, certamente ficarei triste pelos brasileiros, mas também triste pela ordem internacional. Eu sei que a candidata progressista tem limites e problemas, mas penso que será melhor para o Brasil, pois ela já deu prova de independência frente aos Estados Unidos e frente a atores financeiros.

Precisamos de líderes que saibam resistir às grandes potências, ao setor financeiro, e não que sejam seus aliados. Portanto, vejo as eleições no Brasil com muito interesse e não escondo minha preferência por Dilma.

Crédito da foto da página inicial: Agência Brasil

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CURITIBA: Palestra com Kengo Kuma, revolucionário na arquitetura no Japão e no Mundo! (09/11/2014)

Uma ótima oportunidade para arquitetos, cenógrafos, designers e artistas plásticos que buscam inspirações. No dia 11 de Novembro 2014 haverá uma palestra com o arquiteto Kengo Kuma na PUC-PR em Curitiba. Abaixo uma coletânia de trabalhos do arquiteto que encontrei na internet. A palestra faz parte da programação do evento "Smart Architecture - Arquitetura Sustentável do Brasil e Japão". Para maior informação, entrar em contato com o Hayato Fujii (hayato@toda.com.br) ou baixar o programa do evento clicando aqui. O link para a inscrição é: http://www.toda.com.br/web/index.php
Att.

Yiuki Doi, artista da dança

P.S. Matéria na Casa Abril sobre o Arquiteto Kengo Kuma: http://casa.abril.com.br/materia/conheca-trabalho-do-arquiteto-japones-kengo-kuma

Kengo Kuma 01Kengo Kuma 02Kengo Kuma 05Kengo Kuma 12Kengo Kuma 17Kengo Kuma 19Kengo Kuma 20Kengo Kuma 21Kengo Kuma 23ED-ARQUITETURA-311-96-[8479237_3].pdfKengo Kuma 27

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ESCAMBO CINÉTICO: Yiuki Doi e Ralf Jaroschisnki

FONTE/INSCRIÇÃO: Sympla O Centro Cultural Teatro Guaíra através do Balé Teatro Guaí ra, em parceria com a ABABTG, lança a terceira oficina ...